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Mais que um Aeroporto no coração do Oeste A
primeira década do século XXI vai ficar na História
do Oeste. Simultaneamente,
alguns equipamentos já existentes vão, finalmente, conhecer
uma fase de expansão que os tornará mais eficazes. Trata-se de um investimento estruturante, de cerca de 375 milhões de contos numa plataforma logística intermodal, de indiscutível valor económico, social e ambiental para o país. A construção do Novo Aeroporto vai ocupar cerca de 4 mil trabalhadores durante o período de construção e, um anos antes da abertura, serão 5 mil os postos de trabalho directos. Em 2010 prevê-se a criação de 22 mil novos empregos indirectos. A intermodalidade do Novo Aeroporto será garantida pela qualidade e eficácia das acessibilidades e transportes. O acesso rodoviário a Lisboa será efectuada a partir da A10 na direcção da CREL e da CRIL e pelo IC11, atravessando o Tejo na direcção de Setúbal e do Sul. A Norte, a ligação será feita pela A1. Para o acesso ferroviário será construída uma nova estação na Ota, com ligação a rede de alta velocidade e a linha do norte. O Novo Aeroporto de Lisboa será financiado através de um project finace aberto à iniciativa privada. Os fundos públicos serão de 65 milhões de contos, prevendo-se que na sua maior parte tenha origem em fundos comunitários. Depois de seleccionado, através de concurso, o parceiro estratégico para a concepção, construção e exploração do Novo Aeroporto, serã adjudicados os contratos e essa mesma entidade entrará no capital da ANA, entretanto privatizada. Em 2010,
teremos um Novo Aeroporto sediado na Região Oeste. |
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