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Alcobertas
e a história A
palavra "Alcobertas" deriva do árabe "Alcobe"
ou "Alcoble" que signfica torrinha ou pequena torre. As Grutas
de Alcobertas, o Castro de S. Martinho, o Dólmen, os Silos ou Potes
dos Mouros e o Forno Romano são marcos importantes da ocupação
humana no passado.
As Grutas de Alcobertas já foram consideradas as mais belas da Europa. Com uma extensão de 210 metros, atinge em alguns locais 9 metros de altura. No seu interior foi encontrado material de interesse arqueológico. O Castro de S. Martinho, perto de Teira, constitui um importante aglomerado ainda com três ordens de muralhas e restos de povoamento no seu interior (Idade do Bronze). Os Silos ou Potes dos Mouros são buracos escavados em grés avermelhado, destinados à conservação, sobretudo de cereais. De 80 a 100 silos iniciais, existem actualmente 35. Trata-se de um dos maiores conjuntos de silos da Península Ibérica. Mas o verdadeiro ex-libris de Alcobertas é o seu Dólmen. Monumento megalitico com fim funerário, é um dos 10 maiores da Península Ibérica, e remonta aos finais do Neolitico. Com o crescimento do povoado, este monumento tornou-se em capela, e depois a partir dele nasceu a Igreja Matriz de Alcobertas, instituida em 1536 pelo Arcebispo de Lisboa. No seu interior podemos apreciar os azulejos de padrão seiscentista, a Pia Baptismale Pias de água benta do século XVI. Alcobertas pertenceu ao Concelho de Alcanede desde a sua fundação. Em 4 de Julho de 1536, por carta de licença de D. Afonso, Cardeal de S. Braz, Arcebispo de Lisboa, foi instituida como freguesia sufragânea à Igreja Matriz de Alcanede. Com a extinção do Concelho de Alcanede, a 24 de Outubro de 1855 passou a integrar o Concelho de Rio Maior. |
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