![]() |
|
Alcobertas
Património Arqueológico A freguesia de Alcobertas situa-se a norte do concelho de Rio Maior, a cerca de 12 quilómetros, estende-se por uma área total de 32 Km2. A paisagem e o ambiente têm características serranas, de transição para a Estremadura. É uma freguesia riquíssima do ponto de vista arqueológico, tendo aparecido imensos vestígios por todo o seu território. O topónimo "Alcobertas" tem origem árabe, derivando possivelmente de "alcoble" ou "al-coble", que significa "pequena torre ou torrinha". É possível que em tempos a construção mais elevada da região fosse o dólmen. A 4 de Julho de 1536, por carta de D. Afonso, Cardeal de S.Brás, arcebispo de Lisboa, Alcobertas foi instituída como freguesia pertencente à Igreja Matriz de Alcanede. Até 24 de Outubro de 1855, a freguesia pertenceu ao concelho de Alcanede, passando depois a integrar o de Rio Maior. Em termos económicos, a freguesia caracterizou-se, até à década de 70, por uma economia de subsistência, baseada na agricultura e pastorícia, onde os baldios comunitários da Serra dos Candeeiros e a nascente da Ribeira de Alcobertas desempenhavam um papel preponderante. Actualmente, a agricultura tem ainda uma função importante, destacando-se o cultivo para autoconsumo de produtos hortícolas, cereais, feijão, batata e a produção vinícola e a olivicultura. A partir dos anos 70, a suinicultura ganhou também um estatuto económico assinalável, levando mesmo Alcobertas a ser conhecida como uma terra muito importante na produção de carne de porco. E paralelamente surgiu a avicultura. Com o tempo, o sector secundário foi-se impondo como um dos principais pilares da economia local, devido essencialmente à extracção e transformação de pedra, sem esquecer o papel importante da construção civil e da indústria do calçado, ao empregar muitos jovens. Nos últimos anos, registaram-se ainda alguns investimentos industriais, principalmente no sector das serrações de pedra. |
|
|
RIO
MAIOR CIDADE VIVA é editado por Idimark
- Publicidade e Marketing, Lda. |
| |