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Um
pouco de história
Face a um grande e rápido crescimento industrial, comercial e agrícola, a junta Civil da freguesia da Marmeleira decidiu, no primeiro quartel deste século, enviar uma petição ao Ministério do Interior no sentido de ser elevado a vila. O reconhecimento não tardou e a 19 Abril de 1927, Oscar Carmona assinava o decreto que no seu primeiro artigo rezava "É elevada à categoria de vila de Marmeleira, do concelho de Rio Maior, a qual passa a denominar-se Vila da Marmeleira".
A Vila da Marmeleira, dista 13 Km de Rio Maior, e tem como datas principais das suas festas os dias 15, 16 e 17 de Agosto (Festas de Nossa Senhora da Conceição), sendo que a 15 de Agosto realiza-se a sua feira tradicional. A igreja da vila é uma ampliação da antiga Ermida de S. Francisco de Assis, a qual foi mandada construir pelo Abade de Alcobaça, entre os séculos XIV e XV. A igreja actual tem a data de 1755, mas esta é referente a obras de restauro. A arquitectura do edificado e dos arruamentos da localidade é muito peculiar, identificando-se com o estilo "Belle Époque" do século XIX. A origem da Marmeleira deve estar relacionada com os coutos foreiros do Convento de Almoster e a igreja deve ser oriunda da Ordem de Cister. A Vila da Marmeleira tem um complexo desportivo onde funciona uma piscina, ginásio, pavilhão, parque infantil e campo de futebol. O associativismo é preponderante, salientando-se o Grupo dos Amigos da Vila da Marmeleira, herdeiro da extinta Sociedade Recreativa e Instrução Marmeleirense (que havia sido fundada em 1898). Importante é também a Banda Filarmónica da Casa do Povo da Vila da Marmeleira, que conta cerca de 77 anos de actividade. Pela Vila da Marmeleira passaram nomes importantes do clero e da política nacional, nomeadamente durante a 1ª República, altura após a qual a vila floresceu. Deve o seu nome a uma árvore de marmeleiro, que teria sido plantada no século XVI, proveniente da Índia. |
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