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O Azulejo

A nave é parcialmente corrida por um silhar de azulejos Seiscentistas do tipo padrão, simulando um gradeamento, ornado por uma franja azul e amarela.

O azulejo é uma das formas marcantes da arte portuguesa do século XVII tendo duas vertentes. A vertente de revestimento e aplicação arquitectónica e como forma artística autónoma. Estas pequenas formas quadradas, eram feitas em barro cozido e com a face nobre vidrada e decorada.

No azulejo seiscentista há a moda da ornamentação geométrica, policroma, que será dominante na maior parte do século XVII.

O azulejo geométrico, ao qual os exemplares existentes nesta Igreja se adaptam perfeitamente, tinha também facilidades de aplicação, dada a sua repetição, circunstância que o tornava mais barato. Aplicado sobre grandes superfícies arquitectónicas o azulejo ganha forma de tapete.

 
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